quarta-feira, agosto 19

O preço médio das passagens aéreas domésticas no Brasil subiu 11,2% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês de 2025. O valor médio chegou a R$ 632,53, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A alta ocorreu mesmo com as medidas do governo federal para tentar conter o impacto da elevação do preço do petróleo no setor. O querosene de aviação (QAV) teve aumento de 68,5% no período, o que pressionou os custos das companhias e os preços finais das tarifas.

Os dados sobre tarifas aéreas domésticas são enviados todos os meses pelas empresas aéreas à Anac. O órgão divulga as informações após um processo de validação técnica.

O levantamento considera a data de venda do bilhete e inclui apenas o valor do transporte aéreo. Taxas aeroportuárias e outros encargos não entram no cálculo. Os valores foram corrigidos pelo IPCA.

Impacto no setor e medidas do governo

O aumento expressivo no preço do querosene de aviação, principal insumo das companhias aéreas, tem sido apontado como o principal fator para a alta das passagens. O governo federal anunciou medidas para amenizar o impacto, como a redução de impostos sobre o combustível, mas a alta de 68,5% no período superou os efeitos dessas ações.

As empresas aéreas, por sua vez, repassaram parte do custo adicional para o consumidor final. A Anac acompanha mensalmente a evolução dos preços e divulga os dados como forma de dar transparência ao mercado de aviação civil no país.

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Cristina Leroy Silva, autora do portal
Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados

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