domingo, junho 14

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da Cúpula do G7 nos dias 16 e 17 de junho, em Évian-les-Bains, na França. Esta é a décima vez que ele é convidado para o encontro.

A agenda do Brasil inclui participação nas sessões abertas aos convidados. Na terça-feira (16), o tema será parcerias internacionais. Na quarta-feira (17), a discussão será sobre crescimento econômico equilibrado, e haverá um almoço dedicado à inteligência artificial.

Estão previstas reuniões bilaterais, com encontros já confirmados entre Lula e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o presidente da França, Emmanuel Macron, anfitrião do evento.

Segundo o secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, o G7 planeja apresentar sete textos sobre temas diversos, mas o conteúdo ainda está em negociação. Em briefing à imprensa no Palácio Itamaraty, nesta quarta-feira, 10 de junho, ele afirmou que os países convidados não são chamados a endossar necessariamente os documentos.

Entre os temas em debate estão parcerias internacionais para o desenvolvimento, crescimento econômico equilibrado, proteção online de menores de idade, combate ao narcotráfico, luta contra o câncer, combate ao contrabando de migrantes e minerais críticos. O embaixador destacou que o Brasil já enviou contribuições sobre cada um dos assuntos.

Além do Brasil, foram convidados para a cúpula Índia, Quênia, Coreia do Sul e Egito. Entre as instituições convidadas estão o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial, o Banco Africano de Desenvolvimento e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O presidente Lula também deve discutir temas como comércio internacional e mudanças climáticas durante os encontros bilaterais. A participação brasileira no G7 reforça a busca por parcerias estratégicas e investimentos. A cúpula ocorre em um momento de tensões geopolíticas globais, com foco em segurança alimentar e energética. Os líderes presentes devem debater ainda o fortalecimento de instituições multilaterais e o combate à desigualdade.

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Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados