quinta-feira, agosto 20

A reação do técnico Carlos Ancelotti durante a vitória da seleção brasileira contra o Japão, na última segunda-feira, gerou debate nas redes sociais. Enquanto todos ao seu redor comemoravam o gol da virada no último minuto, o italiano permaneceu contido. O mesmo ocorreu no gol de empate. A postura chamou a atenção dos torcedores, que questionaram se a atitude foi frieza ou inteligência emocional.

Ancelotti afirmou que não sofreu como o torcedor durante a partida. Em entrevista, ele disse: “Eu sofri menos, porque estava confiante.” O técnico acrescentou que, no futebol, “o sofrimento é normal”. Para ele, a vitória já era uma certeza, o que explica a serenidade demonstrada em campo.

O comportamento do treinador ilustra um princípio da inteligência emocional. O equilíbrio emocional não significa ausência de emoção, mas domínio sobre ela. A calma, muitas vezes, é mais estratégica do que a euforia. Líderes não controlam apenas a equipe, mas também a si mesmos. O autocontrole em momentos de pressão inspira confiança e impõe respeito.

Apesar de ter causado estranheza em muitos torcedores, a repercussão final foi positiva. Ancelotti foi considerado impecável por saber o que faz e por entregar o resultado esperado. A liderança, segundo a análise, não se mede pela entrega emocional, mas pelo resultado obtido nos momentos decisivos.

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Cristina Leroy Silva, autora do portal
Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados

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