Após duas semanas sem novos capítulos e durante a exibição do live-action, o mangá One Piece retornou com uma edição que trouxe desenvolvimentos importantes para a história. O final do capítulo especialmente chamou a atenção dos leitores, apresentando um momento que pode ser considerado o início do confronto decisivo da série.
No capítulo 1177, Luffy se encontra com Imu, a figura considerada o principal antagonista da trama. No entanto, há uma ressalva: Imu não está em seu corpo original, mas controlando o corpo de Gunko. Este é o primeiro encontro físico entre os dois personagens em toda a narrativa.
É importante notar que Luffy desconhece a identidade de Imu. Portanto, este é também o momento em que o protagonista toma conhecimento da existência desse inimigo. A hostilidade imediata surgiu porque Imu atacou e feriu Usopp, um dos companheiros de tripulação de Luffy.
A cena final do capítulo estabelece o que parece ser o começo do aguardado duelo entre o futuro Rei dos Piratas e o líder responsável pelas ações do Governo Mundial. A expectativa é que este seja apenas o primeiro de vários confrontos entre eles.
A análise da estrutura narrativa de One Piece sugere que este primeiro embate pode não terminar com uma vitória do protagonista. É comum na obra que Luffy enfrente revezes iniciais contra vilões poderosos, usando essas experiências para se fortalecer e desenvolver novas habilidades antes de um confronto final.
O andamento dessa batalha deve influenciar diretamente o ritmo dos próximos capítulos, potencialmente levando a um novo ciclo de treinamento e aperfeiçoamento para Luffy. O desfecho deste duelo está intimamente ligado à progressão rumo ao clímax da história.
A revista Shonen Jump, que publica o mangá, segue seu calendário semanal, com pausas ocasionais do autor, Eiichiro Oda. A série de televisão baseada na obra, produzida pela Netflix, contribuiu para um renovado interesse global pela franquia, mantendo os fãs atentos tanto aos episódios live-action quanto aos desdobramentos da história original no mangá.