sexta-feira, agosto 7

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira, 6, que os dados do Banco Central indicam que o resultado do governo não é o responsável pelo aumento do endividamento público desde 2024, mas sim a taxa de juros. A declaração foi dada em entrevista à Globonews.

“Eu não digo isso só do meu lado, veja que, durante essa gestão, as três maiores agências de rating no mundo melhoraram a nota do Brasil”, disse o ministro. Na sequência, Durigan afirmou que o compromisso do governo é com a “trajetória de melhora fiscal e aprimoramento das contas públicas”.

O ministro também disse que o governo não está gastando mais do que arrecada e que não há risco de o Tesouro deixar de pagar sua dívida. “Não há risco de troca de Tesouro por ativo real”, emendou.

“Há sim uma preocupação minha, em especial, com o tamanho da nossa dívida. A nossa dívida já foi maior no passado, já houve uma redução em tempos recentes e nós precisamos trabalhar para diminuir a taxa de juros com esforço fiscal para que a gente diminua o endividamento do País ou, pelo menos, comece a estabilizar e projetar uma situação fiscal de médio e longo prazo mais estável”, acrescentou Durigan.

O ministro reforçou que a política fiscal adotada pela equipe econômica segue voltada para o controle das contas públicas e que a redução dos juros depende de um esforço contínuo do governo. Ele também destacou que a melhora nas notas de crédito do país, concedidas pelas principais agências internacionais de classificação de risco, reflete o reconhecimento das medidas implementadas na gestão atual.

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Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados

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