domingo, abril 12

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou em 28 de março, com prioridade para idosos, crianças e gestantes. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta sobre a temporada de influenza nas Américas, que pode começar mais cedo e ter maior impacto em 2026.

Devido a essa previsão, pessoas que não fazem parte do público prioritário do sistema público e que desejam se vacinar já podem recorrer à rede privada. As clínicas particulares já disponibilizam o imunizante para a população a partir de seis meses de idade.

O principal motivo para o alerta da Opas foi a antecipação da circulação do vírus da gripe no Hemisfério Norte. Nessa região, a atividade começou antes do período tradicional de inverno e vem sendo impulsionada pelo vírus influenza A (H3N2).

Na rede particular, o preço da vacina tetravalente contra a gripe varia conforme a clínica, a região do país e o tipo específico de imunizante. De acordo com a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), os valores costumam começar em cerca de R$ 90 e, em alguns casos, podem ultrapassar R$ 180 por dose.

As clínicas privadas adquirem as doses diretamente dos laboratórios fabricantes, os quais não divulgam o número total de vacinas disponíveis no mercado. Essa é uma informação restrita ao canal de distribuição privado.

A variação de preços também está ligada ao tipo de serviço oferecido por cada estabelecimento. Clínicas que proporcionam atendimento diferenciado ou emitem certificados de vacinação específicos podem cobrar valores mais altos. Em farmácias, o custo tende a ser mais competitivo, devido à grande quantidade de estabelecimentos dessa rede.

Dados preliminares do Ministério da Saúde para o ano de 2026 já apontam mais de 14 mil registros de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). O vírus influenza está entre os principais agentes associados a esses casos mais graves da doença.

A vacinação é a forma mais indicada para prevenir as formas graves da gripe e suas complicações. A rede pública segue o calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde, enquanto a rede privada oferece uma alternativa para quem busca se proteger fora dos grupos iniciais da campanha ou deseja antecipar a imunização.

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Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados