quinta-feira, agosto 20

A Procuradoria-Geral da República se manifestou a favor do pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, dia 23 de março de 2026.

Bolsonaro está preso no processo da trama golpista e foi transferido para um hospital no dia 13 de março após passar mal. Ele foi diagnosticado com broncopneumonia.

Em sua manifestação, o procurador-geral, Paulo Gonet, escreveu que a prisão domiciliar é necessária para os cuidados de saúde do ex-presidente. Gonet afirmou que o estado de saúde de Bolsonaro está sujeito a alterações súbitas.

O procurador disse que a manutenção do regime fechado aumenta a vulnerabilidade de Bolsonaro. A evolução clínica do ex-presidente recomenda a flexibilização do regime, de acordo com a manifestação.

Gonet também citou o dever do Estado de preservar a integridade física das pessoas sob sua custódia. Ele afirmou que o ambiente familiar é mais apto a propiciar a atenção constante que a saúde de Bolsonaro demanda.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, havia pedido informações ao hospital sobre o quadro clínico do ex-presidente. O hospital enviou boletins médicos e um prontuário completo.

A decisão sobre o pedido de prisão domiciliar agora caberá ao ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro trata uma pneumonia bacteriana resultante de um episódio de broncoaspiração.

O hospital informou que o quadro tem boa evolução, mas ainda não há previsão de alta. A defesa de Bolsonaro argumenta que houve piora em seu estado de saúde.

Os advogados disseram que a prisão em que ele estava é incompatível com a preservação de sua saúde. Eles pediram a reconsideração de uma decisão anterior de Moraes, que havia negado a domiciliar.

O pedido de prisão domiciliar contou com a participação de familiares e aliados políticos. Entre eles estão Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

A bancada bolsonarista no Congresso Nacional e alguns ministros do STF também atuaram pela causa. Um dos argumentos usados foi o risco político de uma eventual morte do ex-presidente.

Pelo menos metade dos ministros do Supremo entende que a prisão domiciliar é a melhor opção. Eles consideram possível aplicar outras medidas cautelares junto com o cumprimento da pena em casa.

Quando Bolsonaro teve a crise de saúde, a equipe médica citou risco de morte como motivo para a transferência urgente. Esse episódio foi usado como um fato novo para justificar o novo pedido à Justiça.

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Cristina Leroy Silva, autora do portal
Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados

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