terça-feira, abril 7

Uma passageira foi detida pela Polícia Federal após despachar malas com conteúdo suspeito no Aeroporto Internacional de Manaus. O caso aconteceu no último sábado, 26 de abril.

A ação ocorreu no setor de despacho de bagagens do terminal aéreo. Agentes da PF, durante uma inspeção de rotina, identificaram irregularidades em duas malas que seriam embarcadas em um voo com destino a São Paulo.

As malas pertenciam a uma passageira de 34 anos. Ao serem abertas pelos policiais, foi encontrada uma grande quantidade de uma substância vegetal com aparência de maconha. O material estava acondicionado em vários pacotes plásticos.

A carga total apreendida foi de 36,5 quilos. A droga foi identificada como skunk, uma variedade mais potente da cannabis. A passageira foi levada para a sede da Polícia Federal no aeroporto para prestar esclarecimentos.

Ela foi autuada em flagrante pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico. Após os procedimentos legais, a mulher foi encaminhada ao sistema prisional. A polícia segue investigando a origem da droga e possíveis envolvidos.

Operações de combate ao tráfico de drogas em aeroportos são realizadas frequentemente pela Polícia Federal. O Aeroporto de Manaus, por ser um importante hub de conexões na região norte, é alvo constante de monitoramento.

Em incidente similar ocorrido anteriormente, também no aeroporto de Manaus, um passageiro foi preso e outro conseguiu fugir após a PF descobrir cerca de 37 quilos de drogas em malas. Esses casos destacam os métodos utilizados por traficantes para tentar transportar entorpecentes entre estados via transporte aéreo.

A apreensão de 36,5 kg de skunk representa um dos maiores volumes da substância já interceptados neste aeroporto no ano. A droga tem alto valor no mercado ilegal, o que motiva tentativas de transporte em grande escala.

A Polícia Federal não divulgou o nome da passageira presa, seguindo os procedimentos padrão da corporação. A investigação agora vai apurar detalhes da origem da droga e a possível destinação final da mercadoria apreendida.

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Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados