segunda-feira, abril 6

Cesc Fàbregas, treinador do Como, falou sobre a preparação para o jogo contra a Udinese e avaliou seus jogadores que estiveram com as seleções nacionais. A conferência ocorreu em 4 de abril.

Ele comentou o estado físico da equipe: “Ramon e Rodríguez já estão em campo, mas decidirei amanhã. Posso dizer que Rodríguez não está pronto”. Sobre os atletas que voltaram da data FIFA, Fàbregas foi positivo. “Trabalhamos bem e os resultados aparecem. Os rapazes voltaram e se colocaram à disposição”.

O técnico disse ter acompanhado os jogos pela televisão. “Estou muito contente porque praticamente todos entraram em campo. Gosto que eles mostrem algo diferente com outras equipes e outros técnicos. Estou satisfeito com Baturina e Nico Paz. Diaw voltou do Senegal e jogou metade de uma partida para recuperar o condicionamento”.

Perguntado sobre jogadores italianos que ele admira, Fàbregas foi direto. “Obviamente sim. Eles jogam na Juve, na Inter… Palladino obviamente me agrada, Locatelli sempre me agradou. É injusto dizer apenas dois nomes; se jogam lá é porque são bons”. Ele então fez uma observação sobre o mercado. “Como treinador, gosto de muitos jogadores italianos. No caso do Palladino, você vai e pergunta, mas eles pedem 40 milhões. Todos são grandes jogadores”.

Por fim, Fàbregas abordou o trabalho com as categorias de base do clube. “Não estamos aqui para dar lições a ninguém. Nós olhamos para o que queremos fazer, para chegar ao futuro que sonhamos. Osian Roberts gere muito bem a estrutura da Academia”.

Ele definiu o principal objetivo. “Que o maior número de jogadores possível possa chegar à primeira equipe no futuro. É preciso começar desde o Sub-8, por exemplo, onde meu filho também joga, para fazê-los crescer de uma maneira diferente, com técnica e personalidade, para fazer a diferença. Não só aos 23 anos, mas aos 7 ou 8 anos, de outra maneira”.

A partida entre Como e Udinese é um confronto importante na série B italiana. A equipe de Fàbregas busca consolidar sua campanha na competição, enquanto a Udinese, recém-rebaixada da Série A, tenta garantir uma rápida volta à elite do futebol italiano. O contexto do campeonato acrescenta interesse à fala do técnico sobre o valor dos jogadores no mercado.

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Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados